sexta-feira, janeiro 20, 2006

LOJA CINECITTA

Pois é amiguinhos do Demo parece que temos mais 1 sitio onde estoirar uns trocos. Chama-se Cinecitta e é uma loja dedicada exclusivamente ao cinema, dando especial atenção aquelas pérolas que não lembram nem ao diabo. Cinema de culto, autor, série Z, terror, asiático, clássicos e yada yada yada...é o que podem encontrar por lá desde dvd's (algumas edições xpto), posters, t-shirts, fotos, postais...
Aqui fica o site no qual podem encontrar morada, catálogo etc.

http://www.cine-citta.net/

terça-feira, janeiro 17, 2006

ANIME DE CARNE E OSSO

Shadowless Sword Movie Trailer:
http://kr.movies.yahoo.com/Movie/Media/vod_player.php?vod_id=4853

NOSTALGIA DO MÊS

Mistério, suspense, calafrios pela espinha abaixo, tudo num ambiente oculto e macabro.Para sentir estas emoções, para pôr o coração a bater mais depressa e o sangue a correr desenfreado pelas veias, não há melhor que a colecção Hammer - A Casa Dos Horrores. Agarrem-se bem. Estas histórias vão fazer-vos gritar...ou talvez não nunca se sabe!

CONTEÚDO: 4 DISCOS, 13 EPISÓDIOS: A Hora da Feitiçaria, O Grito Silencioso, As Duas Faces do Mal, Duro Despertar, Charlie Boy, A 13ª Reunião, A Águia dos Cárpatos, Guardiões do Abismo, Os Filhos da Lua Cheia, O Visitante do Túmulo, A Casa que Sangrou Até à Morte, Dores de Crescimento, A Marca de Satã

segunda-feira, janeiro 16, 2006

MESTRES DO HORROR (palhacinho approved)

Quando dario argento esteve no Fantasporto mencionei aqui masters of horror, uma série de 13 filmes de uma hora a ser lançada directamente em dvd pela anchor bay, que envolveria alguns dos mais importantes realizadores do género. na altura o mestre italiano confirmou o projecto e o seu envolvimento no mesmo mas, mesmo assim, a coisa continuava a parecer boa demais para ser verdade. agora, com a entrada da cadeia showtime networks como parceira na produção da série, é oficial: a produção de masters of horror vai iniciar-se em abril e os filmes serão estreados no canal de cabo norte-americano, sendo posteriormente distribuidos em dvd. o alinhamento de realizadores confirmados é suficiente para convencer qualquer um de que isto vai ser monumental. leiam e babem: dario argento, john carpenter, larry cohen, roger corman, don coscarelli, joe dante, mick garris, stuart gordon, john landis, tobe hooper e george romero.

Já há até informação sobre os primeiros seis episódios. john landis irá realizar deer woman, que escreveu com o filho max landis; dario argento será responsável por jenifer, baseado na banda desenhada de bruce jones e bernie wrightson; don coscarelli fará incident on and off a mountain road adaptado de um conto do autor de bubba ho-tep, joe lansdale; mick garris irá filmar chocolate, a partir de um conto da sua autoria; stuart gordon adaptará um clássico de h.p. lovecraft, dreams in the witch house; e o episódio de john carpenter será cigarette burns, de um guião original de drew mcweeny e scott swan. 2005 está definitivamente a encaminhar-se para ser um grande ano.
in o zombie comeu o meu blog

terça-feira, janeiro 10, 2006

EL LABIRINTO DEL FAUNO

E pronto é o novo Guillermo del Toro, depois de ter brilhado em Hellboy, agora de regresso ao universo inspirado por H.P. Lovecraft e de novo em espanhol.

El Labirinto del Fauno Trailer:

http://www.themoviebox.net/movies/2006/NOPQR/Pans-Labyrinth/trailer.php

DELICIA DO DEMO

O confonto entre uma rapariga de 14 anos e um predador sexual que esta conhece na internet, a inversão de papeis a lembrar os rape/revenge movies dos anos 70... esta coisa promete e não é pouco. Estreia este mês no festival de sundance e mal podemos esperar para lhe pôr os olhos em cima...genial

sexta-feira, janeiro 06, 2006

FILME DO ANO

DISCO DO ANO

A escolha para disco do ano cai para a editora eskimo recordings e os seus "Lindstrom & Prins Thomas"

terça-feira, dezembro 27, 2005

AMOR DE MORTE

"A Noiva Cadáver" continua a tradição de clássicos negros e românticos realizados por Tim Burton, iniciada com filmes como "Eduardo Mãos de Tesoura".
Passado no século XIX numa vila europeia, "A Noiva Cadáver" é um filme de animação que relata a história de Victor (voz de Johnny Depp), um jovem que acidentalmente vai parar a um mundo subterrâneo povoado pelos mortos e onde ele deve desposar uma misteriosa noiva falecida (voz de Helena Bonham-Carter), enquanto a sua noiva real, Victoria (voz de Emily Watson) espera por ele no mundo dos vivos.
Apesar da vida na Terra dos Mortos ser bastante mais colorida e divertida do que o seu dia a dia no mundo rígido da época Vitoriana, Victor descobre que não há força neste mundo ou no próximo que o consiga afastar do seu verdadeiro amor.
Este é um conto optimista, romântico e divertido sobre a vida depois da morte, contado à maneira de Tim Burton

segunda-feira, dezembro 12, 2005

E PRONTO É 5ª FEIRA

King Kong, o gorila mais célebre do Mundo, regressou, anteontem, a Nova Iorque, local incontornável da estreia mundial da nova versão realizada pelo neozelandês Peter Jackson. A aventura do gigantesco símio que se apaixona pela jovem loira chega às salas comerciais a partir do dia 14. Portugal, que está incluído na lista de primeiras estreias, recebe o filme no dia seguinte.
O elenco de "King Kong" - Naomi Watts, Adrien Brody e Jack Black fazem o triângulo original da aventura - compareceu em peso numa espectacular antestreia, em pleno coração de Times Square, centro nevrálgico do bairro de Manhattan, em Nova Iorque.
Entre mais de oito mil convidados encontrava-se uma imensidão de actores - Tim Robbins, Glenn Close, Danny DeVito, John Turturro, Will Farrell, Elijah Wood -, destacando-se ainda o poderoso realizador/produtor George Lucas, o 'mayor' de Nova Iorque Michael Bloomberg e a estrela do ténis John McEnroe.
Com um orçamento de 207 milhões de dólares e uma margem de manobra artística sem precedentes, possibilitada pelo êxito de "O senhor dos anéis" - Peter Jackson, que recebeu um salário superior a 20 milhões, teve direito ao 'final cut' -, o realizador materializou aqui um sonho de muitos anos executar a interpretação pessoal do seu filme favorito, aquele que o levou a querer ser cineasta, o clássico de 1933 de Merian Cooper com Fay Wray.
Durante três horas - quase o dobro de tempo da obra original - Jackson, realizador, produtor e co-argumentista, dá vida a esse improvável encontro entre um velho e fatigado gorila, o último da sua espécie, e a bela e jovem Ann Darrow, actriz naufragada numa ilha hostil que seguia a ambição desmesurada de um cineasta. Depois de atravessar mares demoníacos, o público é atirado de chofre para Skull Island, uma ilha infernal povoada por dinossauros monstruosos. "Queria que essa ilha fosse o mais tortuosa possível, cheia de perigos enormes e inimagináveis", revelou Jackson.
O novo "King Kong" marca o regresso à Nova Iorque dos anos 30 que servia de cenário à primeira versão cinematográfica, longe da metrópole moderna do 'remake' de 1976, em que Jessica Lange e Kong se encontravam no topo do World Trade Center. Agora, o venerável Empire State Building, construído justamente na década do primeiro filme, volta a ser o cenário em que o furioso gorila esmaga, com as mãos, dirigíveis e bimotores.
Para retratar a alma dos anos 30, o centro da Nova Iorque da época da Grande Depressão foi reconstruído na Nova Zelândia em quarteirões inteiros, sendo-lhe acrescentados depois 90 mil imóveis, desenhados em computador, por uma equipa de 500 gráficos e especialistas em efeitos digitais. Em três anos, produtores e decoradores visitaram o Empire State Building diversas vezes, reconstruindo o edifício de art déco ao pormenor - as imagens aéreas da cidade são, no entanto, reais e foram dirigidas no local pelo próprio Peter Jackson.
"Estamos extremamente emocionados por voltar aqui e reencontrar King Kong", disse Jackson.
"Apesar de Kong ser uma figura ficcional, este é definitivamente um momento histórico que devemos registar". A propósito, o 'mayor' de Nova Iorque, que liderou as celebrações na cidade, declarou 5 de Dezembro o "dia King Kong" na 'Big Apple'.
* France Press

PRENDA NO SAPATO (Conselhos do Demo)

sábado, dezembro 10, 2005

PARA VER COM AS CRIANCINHAS

É muito duende, muita fada, muito unicórnio, grifos, faunos, bruxas e criancinhas ARghhhhhhh (porque os jovens actores são very bad). Mas o filme é bonito dispõe bem, tudo muito Disney, muito clean...

E já chega...já são muitos "muitos"

São duas horas bem passadas

sexta-feira, dezembro 02, 2005

PARA AQUECER OS OUVIDOS NO INVERNO

Excelente regresso para Recloose, depois do album de estreia "cardiology", este novo "Hiatus on the Horizon" é mais acessivel e infestado de melodias contagiantes.
Fantástico para os audazes

sexta-feira, novembro 25, 2005

VAMOS PENSAR

Sobre este assunto, comentou "Mano Pedro" no blog Verbo Jurídico, a propósito do post anterior o seguinte: «A propósito de contenção na despesa pública e do despacho do Sr. Minstro da Justiça que nomeou uma assessora para manter o site do MJ, cumpre dizer que, se estivéssemos num país a sério, o sr. Ministro, no mínimo, arriscava-se a ser chamado à pedra por forte suspeita de delapidação de dinheiros públicos.

Vejamos:
O Ministério da Justiça tem uma coisa chamada ITIJ (Instituto das Tecnologias de Informação na Justiça). Ocupa um edifício de 7 ou 8 pisos. Trabalham lá mais de cento e tal almas , a grande maioria delas, supostamente, especialistas na área da informática.
Tem um organigrama cuja dimensão pede meças aos gigantes da informática, tipo IBM, Microsoft, Oracle e outras. Aquilo tudo fica ao Estado, que é como quem diz, ao nosso bolso, em muitas dezenas ou centenas de milhares de contos por mês.
Então (e aqui até estou a dar um grito capaz de acordar a vizinhança) naquela mastodôntica estrutura de tecnologia informática não haverá um raio de uma alminha, uma só que seja, que saiba o suficiente de web sites para dar uma mãozinha na manutenção de um site tão indigente como o do MJ, sem se gastar nem mais um tostão?
Foi preciso contratar uma assessora a quem pagam mais de 600 contos por mês só para "manter" o site? Para que raio serve o ITIJ se não for para coisas básicas e comezinhas como manter um site do próprio Ministério de que depende?

Isto é gravíssimo e a solução só pode ser uma de duas: ou o Ministro emenda a mão, demite a assessora e incumbe o ITIJ de manter o site, visto que é quem tem o dever legal de o fazer, ou então extingue o ITIJ imediatamente posto que parece não servir para coisíssima nenhuma, nem mesmo para executar uma tarefa tão básica como seja manter um simples site como o do MJ - coisa que qualquer estudanteco de informática estaria disposto a fazer à borla só para manter o treino e fazer currículo...As duas coisas - a assessora (salvo seja, que nada tenho contra a senhora) e o ITIJ - é que não podem continuar!
É uma V E R G O N H A!»

Cumpre-me apenas acrescentar, para que se façam as devidas comparações, que o salário ilíquido de um Juiz do Tribunal de 1.ª Instância (em início de carreira) é no valor de Eur. 2.355,87, portanto inferior ao salário da dita assessora, que não tem, designadamente, nem a responsabilidade funcional, nem o risco, nem as restrições pessoais e estatutárias, de exclusividade, obrigação de residência e restrição de ausência da área de circunscrição, a que todos os Juízes estão sujeitos. É esta a valoração que se faz em Portugal...
Contribuição da Sra. Dra. Vera

segunda-feira, novembro 21, 2005

V

V de Vingança foi publicado originalmente entre 1982 e 1983 a preto e branco pela editora britânica Warrior, mas não chegou a ser finalizado. Em 1988, incentivados pela DC Comics, Moore e Lloyd retomaram a série e concluíram-na com uma edição colorida. A série completa foi republicada nos EUA pelo selo Vertigo da DC e no Reino Unido pela Titan Books.
O enredo situa-se no futuro, numa realidade em que um partido fascista ascendeu ao poder após uma guerra nuclear. A semelhança com o regime Nazi é inevitável devido ao facto do governo ter o controle sobre os média, á existência de uma polícia secreta e campos de concentração para minorias raciais e sexuais. Existe também um sistema de monitorização feito por câmaras nos moldes do filme "1984", de George Orwell. (Na época, quando a obra foi escrita, o CCTV ainda não existia tal como o é nos dias de hoje em Inglaterra).
A história começa após o fim do conflito político, com os campos de concentração desactivados e a população complacente com a situação, até que surge "V" — um terrorista que se auto-proclama anarquista, veste uma máscara de Guy Fawkes e é possuidor de uma vasta gama de habilidades e recursos. Ele inicia então uma elaborada e teatral campanha para derrubar o governo fascista.
A adaptação cinematográfica chega ás salas brevemente...por isso veremos se chega aos calcanhares da bd

sexta-feira, novembro 11, 2005

O NOVO SPIELBERG (brevemente)

O cineasta completou finalmente um projecto que acarinhava há muito tempo. "Munich" é um relato de vingança, após o massacre dos atletas israelitas nos Jogos Olímpicos de 1972.
Numa reacção à tragédia que atingiu a equipa de Israel que participava nas Olimpíadas de Munique, seguiu-se a vingança contra os terroristas responsáveis pelos assassinatos. "Munich" é um thriller dramático que acompanha a equipa secreta israelita incumbida de encontrar e matar os 11 terroristas. Eric Bana ("Tróia") interpreta um agente da Mossad, que lidera a equipa de especialistas, ao lado de Daniel Craig (o novo James Bond) e de Geoffrey Rush ("Piratas das Caraíbas").
Spielberg realizou esta história, através da visão pessoal dos seus intervenientes. O trailer já está disponível no site oficial (link em baixo). Munich estreia a 23 de Dezembro nos EUA. Por cá, só mesmo no próximo ano.
MUNICH movie trailer:

quinta-feira, novembro 10, 2005

O NOVO CRONENBERG (palhacinho approved)

A History of Violence é a adaptação de uma comic book de sucesso de John Wagner e Vince Locke. O filme conta com uma duração de hora e meia - bem ao estilo do realizador - e leva-nos até a uma pequena vila no coração do estado do Indiana. É lá que encontramos Tom Stahl. O homem que parece o marido e o pai perfeitos, dono de um pequeno café local vai ser um dia colocado á prova, quando dois assaltantes decidem entrar no seu café, roubar e matar todas as testemunhas. Stahl vai reagir com uma frieza que ninguém conhecia, e com uma imensa habilidade, e o pacifista acabará por matar os assassinos, tornando-se no heroi da vila, que vê nele o exemplo de coragem e de moral a seguir. Daí até se tornar famoso é um saltinho, mas com a fama chega também o passado que Stahl sempre quis esconder, mesmo dos que mais amava. Um passado sombrio que poucos imaginavam ser possivel num homem daquele calibre. Um passado que pode destruir em segundos, o que ele levou uma vida a construir.
Para esta história Cronenberg apostou na direcção de actores. O realizador que já trabalhou com nomes como Christopher Walken, Jeremy Irons ou Ralph Fiennes, decidiu eleger como personagem principal Viggo Mortensen, que vai, aos poucos, tentando-se livrar da eterna imagem de Aragorn, o rei dos Homens na trilogia fantástica Lord of the Rings. E a escolha parece ter sido perfeita. Mortensen, um actor com provas dadas já antes do fenómeno tolkiano, gere as emoções na perfeição e a sua mestria é tal, que domina todas as cenas onde entra, do primeiro ao último instante. A critica não lhe poupou elogios e este pode ser mesmo o papel que o actor procurava para se afirmar definitivamente como um nome a respeitar.Feliz foi também a escolha para viver Edie, a mulher de Tom e talvez a personagem mais fascinante do filme pela forma como é confrontada com a realidade de estar casada com um homem que desconhece por completo. A dificil tarefa foi entregue a Maria Bello, actriz do sucesso popular Coyote Bar, mas, mais importante que isso, de The Cooler, o filme que consagrou William H. Macy como actor principal. Se a critica e o público gostaram de Mortensen, que dizer de Bello. A actriz transforma-se por completo de uma parte para a outra do filme, expõe-se sem qualquer pudor, sofre as cenas mais violentas do filme e enfrenta-os com uma coragem estarrecedora e ajuda a contrabalançar o poder masculino que vai pautando o filme, e que surge nos papeis secundários de Ed Harris e William Hurt, dois nomes grandes que têm uma importante palavra a dizer ao longo da narrativa.
Depois de ter brilhado no último Festival de Cannes, A History of Violence tem tudo para se tornar num dos filmes do ano. Um argumento espantoso e já sobejamente conhecido dos amantes de banda-desenhada. A mão genial de Cronenberg na camara e um elenco que se apresenta ao seu melhor nivel. É sempre dificil imaginar como as grandes instituições da indústria de Hollywood, ou mesmo muitos dos criticos, irão olhar para este filme. Se tudo indica que tanto Mortensen como Bello estão na lista dos melhores do ano, poderá sempre haver a habitual tentação de fazer passar a imagem de que falta algo para coroar definitivamente o autor canadiano. Mas, mesmo assim, A History of Violence - que estreia por cá a 17 de Novembro - dificilmente escapará as listas dos melhores do ano de muitos amantes de cinema, um pouco por todo o mundo.