
sexta-feira, setembro 10, 2010
quarta-feira, setembro 08, 2010
Dracula - Prince of Darkness (1966)
Dracula - Prince of Darkness foi o terceiro filme de série produzido pela Hammer, que totalizou oito filmes.quarta-feira, agosto 25, 2010
The Nanny (1965)
Esta semana continuamos á descoberta dos filmes da Hammer Studios, contidos na Ultimate Collectors Box Edition e diga-se de passagem que dos dois já visionados, nenhum caiu em saco roto. Tivemos o assombroso The Devil Rides Out e a grandiosa surpresa chamada The Nanny.
Mesmo tendo sido lançado após o sucesso de Hush... Hush... Sweet Charlotte (1964), Bette Davis já estava numa fase de declínio onde os papéis que lhe eram atríbuidos já não eram tão bons e as suas participações, segundo dizem, eram aceites pelo número de cenas em que aparecia e não pela importância da personagem interpretada. Mas mesmo assim, o profissionalismo e a técnica da actriz eram irrepreensíveis e mais que suficientes para elevar a qualidade de qualquer produção desse mesmo período. The Nanny (1965) tinha tudo para ser um filme tipico de série B, mas a representação de Bette Davis, principalmente quando junto com William Dix, transformam as cenas num drama psicológico de uma tensão assoladora.sexta-feira, agosto 20, 2010
Black Swan (2010)
A tripulação de bordo pede aos passageiros que endireitem as cadeiras, apertem os cintos, recolham os tabuleiros porque a viagem irá ser atribulada, muitos poços de ar, percas de pressão, voos razantes e turbulencia.quarta-feira, agosto 18, 2010
The Devil Rides Out (1968)
The Devil Rides Out, também conhecido como The Devil's Bride, foi um dos grandes sucessos dos estúdios Hammer, baseado no best seller de Dennis Wheatley de 1934. O argumento do filme, dirigido pelo mestre Terence Fisher, é uma adaptação bastante fiél ao livro, com as filmagens a terem o seu inicio nos estúdios a 7 de Agosto de 1967. A rodagem do filme durou cerca de um mês e chegou aos EUA com o título "The Devil's Bride" a 18 de dezembro de 1968.Terence Fisher conseguiu com este seu filme uma fotografia extremamente apurada, uma excelente direcção de arte, uma atenção ao detalhe bastante acima da média do que era então produzido e sobretudo a grande mais valia é sem dúvida o grande Christopher Lee, inclusivé o filme foi feito porque Lee foi o grande impulsionador da idéia de passar para a tela a obra de Dennis Wheatley.
Ainda nos dias de hoje, sempre que Christopher Lee fala sobre o seu periodo na Hammer, considera este filme o seu favorito e declarou por diversas vezes de que gostaria de ver um remake da produção com ele mesmo no papel de um Duc de Richleau (personagem interpretada por Lee no filme), mas mais maduro.
terça-feira, agosto 17, 2010
The Hammer Collection Boxset (1960-1970)
Os estudios Hammer nasceram em 1948 e foram fundados por Will Hammer e Sir John Carreras, dentro da lógica de que os filmes de terror fantástico deveriam ser de entretenimento, contando uma boa história. Esta lógica seria defendida por Carreras e quase que referendada por Hammer. Apesar dos orçamentos baixos, o estúdio lançou filmes dentro dos típicos padrões de Hollywood dos anos 50, mas assumindo uma tradição que vinha do teatro inglês e francês, principalmente com base no Théâtre Grand Guignol, de Paris.
Para grande surpresa surpresa dos mundo do cinema e da própria Hammer, o filme The Course of Frankenstein (dirigido por Terence Fisher, com guião de Jimmy Sangster e com participações de dois actores até então desconhecidos Peter Cushing e Christopher Lee) tornou-se um inusitado sucesso de bilheterias. Filmado em Technicolor, o filme mostrou o personagem de Mary Shelley como nunca tinha sido visto até então: com cores e bastante violência. Os Est+udios Hammer utilizavam praticamente sempre a mesma equipa técnica e de actores, filmavam vários filmes em simultaneo e de uma destas produções (junto com a Universal, que, além de financiar metade do filme, fazia a distribuição internacional) nasce o filme Horror of Dracula, fazendo um sucesso ainda maior do que seu antecessor e imortalizou Christopher Lee como o segundo grande Drácula do cinema (o primeiro tinha sido o eterno Bela Lugosi). A partir destes dois filmes, a Hammer nunca mais parou de produzir e fazer sucesso. Com histórias simples, aproveitando-se da imagem popular dos personagens de terror, usando habilmente as cores e o sexo (as mulheres eram escolhidas pela sua beleza, sensualidade e seios grandes, sendo que quase sempre eram vestidas com roupas de decotes bastante generosos). Christopher Lee faria várias vezes o personagem Drácula e Peter Cushing seria conhecido como o seu eterno nemesis - Van Helsing.quinta-feira, agosto 12, 2010
Christine (1983)
Nasceu em Detroit - esta é talvez a melhor forma de descrever o ínicio de um dos grandes filmes de John Carpenter, adaptado de uma obra de Stephen King. Forjado numa linha de montagem de automóveis. Mas não é um carro qualquer. No interior do seu chassi esconde-se o próprio diabo. Christine - um Playmouth Fury de 1958 -, vermelho e branco, tem um insaciável desejo de vingança, capaz de gelar o sangue a qualquer um e de destruir todo aquele que se mete no seu caminho. Seduz Arnie Cunningham (Keith Gordon ), um rapaz de 17 anos, apaixonado por aquelas linhas estilizadas e curvilíneas, como se de uma mulher se tratasse. O automóvel exige uma devoção absoluta e incondicional, e se alguém tentar intervir, a morte é certa.terça-feira, julho 27, 2010
Galaxy Of Terror (1981)
Se é para escrever de cinema Sci-Fi trash de "boa qualidade" não vamos mais longe, porque estamos a falar de Galaxy of Terror produzido pelo grande Roger Corman.Galaxy of Terror (1981) é uma produção de Roger Corman que tentou na época apanhar o comboio do filme Alien (1979), de Ridley Scott. Também há referências a diversos outros filmes do género ao longo dos seus oitenta-divertidos gorentos- minutos, com bons momentos de gore do melhor que os Z-Movies nos podem dar. A película foi dirigida por D. B. Clark, senhor que hoje faz parte da equipa de produção de um senhor chamado James Cameron (Avatar).A História é passada num futuro distante, nas profundezas insólitas do espaço sideral, em que a nave espacial Quest parte em missão de resgate de sobreviventes de uma outra nave, a Remus (epa! isto soa-nos a...Alien), que ficara encalhada no sinistro planeta Morganthus, mas eis que qual não é o azar dos nossos protagonistas quando dão de caras com uma orde de alienígenas ávidos de sangue do pior, que por sua vez habitam uma espécie de pirâmide gigante no meio do planeta (muito bom!). Os nossos protagonistas, num acesso de parvoice e estúpidez (até parece que não vêm filmes!), decidem ficar e investigar o planeta e seus "alegres" habitantes. Roger Corman presenteia-nos com outra mistura bizarra entre ficção científica e terror, que ficou também conhecida como Mindwarp: an Infinity of Terror ou Planet of Horrors (brutal!). Esta modesta fita apresenta alguns dos cenários campy mais bizarros já vistos, com uma profusão de cores de fazer provocar convolsões em qualquer epilético e misturando-se com uma fotografia meio obscura, provocando um contraste por vezes bastante...bizarro!O inicio do filme tenta criar uma atmosfera meio mística que acaba por perder toda a importância no decorrer da história, com a "gorisse" a entrar sempre a abrir, sem dó nem piedade. A estética campy do filme faz-nos lembrar vagamente O Planeta dos Vampiros (1965), fantástica película de Mario Bava, com referências a outro clássico absoluto dos anos 50: Planeta Proibido (1956), de Fred M. Wilcox. O elenco é uma sucessão de rostos desconhecidos, exceto um: Robert Englund, que alguns anos mais tarde ficaria famoso ao encarnar Freddy Krueger.
• Commentary track with actress Taaffe O'Connell, Make-up artists Allan Apone, Alec Gillis and production assistant David DeCoteau
segunda-feira, julho 26, 2010
In The Mood For Love (2000)
Na ausência de um novo grande filme de Wong Kar-Wai? Escrevemos acerca do irrepreensível e perfeito In The Mood For Love (2000).
As performances dos dois actores são sublimes, sendo capazes de transmitir uma sensualidade e desejo quase cerebrais, fruto de uma relação platónica, baseada na sugestão. Apesar dos protagonistas falarem muito pouco em cada cena, conseguem transmitir ao espectador a crescente paixão e emoção entre eles, cada vez que aparecem juntos no écrân.
A estética do filme é desenvolvida através do uso extremo da luz e cor, tendo, portanto, a música um papel preponderante, na criação do ambiente. Com poucos diálogos e uma montagem quase marginal, Wong Kar-Wai repete alguns temas musicais, em determinadas cenas, para enfatizar o estado emocional dos protagonistas e suportar a bela fotografia.
Realizado a partir de um argumento quase inexistente e privilegiando a improvisação, “In the mood for love” é considerado por muitos como a obra-prima do realizador de Hong-Kong. Poderá, no entanto, ser um filme de difícil visualização, uma vez que é único na abordagem artística que faz ao género romance, tantas vezes destruído pelos clichés lamechas dos homónimos americanos do género. Para ser visto com disposição e atenção.
The Ghost Writer (2010)
Apostamos que estava tudo á espera da crítica a Inception de Chris Nolan? Pois bem, não iremos tecer nenhum ensaio acerca do filme de Christopher Nolan, mas simplesmente escrever: "Obra Prima" e sim "é substâncialmente um degrau acima de Dark Knight". É simplesmente um filme...não! É simplesmente "O" filme, do qual saimos de boca aberta feitos parvos e do qual seria absurdo escrever. Como é que se escreve sobre algo "indescritivel"? A resposta é nada escrever e simplesmente pedir que o vão ver.quinta-feira, julho 22, 2010
terça-feira, julho 20, 2010
The A Team (2010)
Depois de algumas semanas de iato e sejamos honestos, também alguma falta de tempo para escrevermos sobre cinema, eis que lá vimos qualquer coisa que nos deu vontade de escrever.segunda-feira, julho 12, 2010
terça-feira, julho 06, 2010
quarta-feira, junho 09, 2010
True legend (2010)
Chama-se True legend e é o novo opus do cinema de acção de hong kong, na sua vertente wuxia, pela mão do conceituado coreógrafo e realizador Woo-ping Yuen. Para quem tem estado nos últimos 10 anos em estado comatoso, Woo Ping é o senhor de idade, com passado em ballet clássico e artes marcias, sendo o crânio responsável pelo design das cenas de acção da trilogia Matrix. quinta-feira, maio 27, 2010
Jamie Lidell - Compass (2010)
Conhcemos Jamie Lidell há já bastante tempo, desde os primordios em que fazia techno e electrónica pura e dura com projectos como Supercollider, mas eis que do nada, sem esperar grande novidade, Jamie lança o primeiro album a solo, estavamos então em 2006. E que estrondo! Esperavamos mais do mesmo pum-se-pum, mas puxaram-nos o tapete e caimos ao chão desamparados quando nos apercebemos que estavamos perante um dos mais originais e inventivos albuns de soul e funk.quarta-feira, maio 26, 2010
Lili's Soulphiction (2010)
Esta foi talvez a faixa mais complicada alguma vez feita pelo nosso artista electrónico de serviço. É uma harmoniosa caldeirada dos mais diversos estilos, que vão desde a soul, rn'b, house, tech-house, minimal, etc. Tudo! Sintetiza tudo o que poderão ouvir no album. Para ouvirem, já sabem, basta clicar na foto.segunda-feira, maio 24, 2010
Coming Soon
Com a missão incunbida de regressar ás origens, inspirado pelo funk, soul, house, breakbeat, rn'b, hip hop, hip house e afins, está para breve a nova incursão musical do nosso artista electrónico de serviço. Até lá fiquem com o myspace.segunda-feira, maio 17, 2010
Detective Dee and the Mystery of the Phantom Flame (2010)
Detective Dee and the Mystery of the Phantom Flame é "O" filme mais badalada no continente asiático este ano. Ainda em fase de pós produção, este é sem dúvida o regresso em grande para Tsui Hark, e o filme asiático a ter em conta este ano.
quinta-feira, maio 13, 2010
Higher Learning (1995)
John Singleton foi o nome a reter no inicio dos anos 90, com um pequeno grande filme chamado Boyz in the Hood, o qual foi nomeado para o Oscar de melhor realizador em 1991. O realizador renovou e ressuscitou o cinema negro, que até á data se circunscrevia a dois géneros: o blackxploitation nos anos 70 e as comédias no final dos anos 80 com Eddie Murphy's e outros tantos. Com Boyz in the Hood, Singleton apresenta uma abordagem aos problemas sociais dos afro-americanos da classe média-baixa, fazendo um retrato bastante realista do que era viver nos subúrbios de L.A., contanto a história de um pai que tenta dar a melhor educação ao filho no meio de um bairro problemático controlado por gangs.

